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Tecnologia e Inovação - 24/08/2020

O mundo do trabalho não será o mesmo depois da pandemia — mas como ele será?

Com a chegada da pandemia de covid-19 e a consequente necessidade de isolamento e cuidados extras, pode-se dizer que estamos vivendo um experimento social como nunca imaginamos.

 

Assim, pela primeira vez em décadas, familiares estão convivendo por um longo período de tempo em um mesmo ambiente. Além disso, muitos estão descobrindo novas vocações: pais e mães estão se tornando professores de seus filhos, jovens estão aprendendo a cuidar da casa, e filhos estão desenvolvendo a habilidade de cuidar de seus pais e avós.

 

De fato, as mudanças que o novo coronavírus impôs às sociedades são muitas — inclusive para o mundo do trabalho. Mas conseguimos saber como ele será? Muitos analistas e estudiosos do mercado preveem alguns cenários para o que se convencionou chamar de “Novo Normal”.

 

Novas prioridades

 

O imediatismo com que foi imposta a necessidade do distanciamento social fez com que em questão de poucas horas as empresas cancelassem todas as reuniões presenciais e viagens de negócios que seriam realizadas nos próximos meses.

 

Além disso, eventos corporativos e setoriais de grande magnitude tornaram-se virtuais – alguns temporariamente e outros em definitivo. De fato, o novo modelo de trabalho está fazendo empresas e colaboradores enxergarem que é possível ser produtivo por meio de reuniões online, visto que tomam menos tempo de conversa e de deslocamento, bem como reduzem os custos.

 

Assim, os funcionários têm mais tempo livre, que pode ser utilizado tanto para desenvolver os projetos corporativos quanto os pessoais. Ou seja, finalmente o mundo corporativo está aprendendo a ser produtivo e a priorizar seus esforços.

 

Valorização da saúde mental

 

Por mais que nos últimos anos os departamentos de Recursos Humanos tenham se preocupado com a saúde mental dos colaboradores, muitos gestores de negócios ainda não valorizavam esse tema.

 

A pandemia de covid-19 certamente modificará a visão de muitos profissionais de alta gestão com relação à importância do bem-estar pessoal dos colaboradores. Afinal, o isolamento social que estamos vivendo mostra como a nossa sociedade precisa lidar melhor com assuntos como ansiedade e depressão.

 

Ou seja, as empresas aprenderão que fornecer plano de saúde e um ambiente descontraído para trabalhar não são sinônimos de promoção de saúde mental do colaborador.

 

Uso da tecnologia

 

Sem dúvidas, os efeitos da crise do novo coronavírus seriam muito maiores se não houvesse soluções tecnológicas que ajudassem a gerenciar o departamento, a manter a interação entre funcionários e gestores e a manter o ritmo das operações. É o caso do Global Antares (GA), a solução da Apdata para automatizar o RH e que, no contexto da crise, tem ajudado muitos Recursos Humanos a trabalhar a distância.

 

Até por isso, empresas que já tinham tecnologias como essa ou alguma cultura de inovação estão enfrentando a pandemia com mais tranquilidade. Portanto, uma das previsões para o novo mundo do trabalho é que a crise deve acelerar projetos de Transformação Digital. Afinal, quando uma empresa se propõe a implementar tais processos de forma estratégica e planejada, torna-se muito mais fácil identificar e lidar com problemas.

 

Flexibilidade

 

Com a definição imediata de que todos os serviços não essenciais deveriam esvaziar seus escritórios, até mesmo os gestores que sempre se opuseram ao trabalho remoto tiveram de aceitar e se adequar a esse modelo.

 

Porém, o que muitos atestam é que se impressionaram com o resultados positivos de produtividade e que estudam a possibilidade de instituir maior flexibilidade para os colaboradores após o fim da pandemia. Simultaneamente, outras empresas já anunciaram que trabalharão exclusivamente no modelo home office de forma definitiva. Qual é o caminho que será utilizado no pós-pandemia? A resposta já está aí.

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